A HISTÓRIA DO ALOÉS
Aloé Vera, uma planta semi tropical, tem uma longa e célebre história, que data dos tempos bíblicos, tem sido considerada ao longo do tempo uma planta medicinal apropriada para todas as situações. A sua utilização remonta ao antigo Egipto, encontrando-se registos da sua utilização em importantes textos ao longo de toda a antiguidade.
Aloé Vera recebe também as designações de Babosa ou Aloés de Barbados. A planta do Aloé desenvolve-se em climas tropicais temperados, não conseguindo sobreviver a temperaturas negativas.
As folhas espessas, esguias e espinhosas do Aloé Vera crescem a partir de um pequeno talo junto ao chão.
Não se trata de um cacto, mas sim de um membro da família das Liliáceas. A relação entre o Aloé Vera e os restantes membros da família das Liliáceas, como é o caso das cebolas, alhos e nabos, é evidentemente através das flores amarelas tubulares que surgem anualmente na Primavera e que se assemelham com os Lírios da Páscoa.
Existem mais de 300 espécies diferentes de Aloés no mundo. No entanto, apenas duas delas são utilizadas com fins comerciais, sendo as conhecidas o Aloés de Barbados e o Aloés Arbóreo.
sexta-feira, 12 de janeiro de 2007
PRÓSTATA: A HIPERTROFIA BENIGNA DA PRÓSTATA (HBP)
" Hipertrofia significa aumento de volume. O aumento do volume raramente acontece antes dos 50 anos, mas depois dos 70 a maioria dos homens tem a próstata aumentada.
Trata-se de um aumento de volume benigno , com crescimento variável de homem para homem e a possibilidade de este crescimento provocar sintomas depende da forma como se processa. Como a próstata envolve a uretra, o aumento de volume da próstata pode comprimi-la.
A compressão da uretra pelo crescimento da prostata provoca dificuldades na micção e quando isto acontece, surgem sintomas urinários "obstrutivos": dificuldade em iniciar a micção, jacto mais fraco, curto por vezes interrompido ou com gotejo terminal e esforço para urinar.
Apesar de benigna , esta doença pode provocar complicações graves:
- retenção de grandes volumes de urina;
- comprometimento dos rins;
- predisposição para infecções urinárias. "
" Hipertrofia significa aumento de volume. O aumento do volume raramente acontece antes dos 50 anos, mas depois dos 70 a maioria dos homens tem a próstata aumentada.
Trata-se de um aumento de volume benigno , com crescimento variável de homem para homem e a possibilidade de este crescimento provocar sintomas depende da forma como se processa. Como a próstata envolve a uretra, o aumento de volume da próstata pode comprimi-la.
A compressão da uretra pelo crescimento da prostata provoca dificuldades na micção e quando isto acontece, surgem sintomas urinários "obstrutivos": dificuldade em iniciar a micção, jacto mais fraco, curto por vezes interrompido ou com gotejo terminal e esforço para urinar.
Apesar de benigna , esta doença pode provocar complicações graves:
- retenção de grandes volumes de urina;
- comprometimento dos rins;
- predisposição para infecções urinárias. "
APLICAÇÃO
O tratamento deve processar-se por via oral. Uma cura do Padre Romano Zago é absolutamente indicada, mas também pode tomar simplesmente o Gel, à razão de duas colheres de sopa, por dia, antes das três refeições. O ideal é tomá-lo fresco. A duração do tratamento varia consoante os resultados obtidos mas, em princípio, não deverá exigir mais que três ou quatro meses. O melhor será fazer o tratamento durante dez dias, seguido de interrupções de uma semana, e depois, novamente, mais dez dias e assim sucessivamente. Uma outra solução consiste em fazer uma cura de quinze dias por mês.
O tratamento deve processar-se por via oral. Uma cura do Padre Romano Zago é absolutamente indicada, mas também pode tomar simplesmente o Gel, à razão de duas colheres de sopa, por dia, antes das três refeições. O ideal é tomá-lo fresco. A duração do tratamento varia consoante os resultados obtidos mas, em princípio, não deverá exigir mais que três ou quatro meses. O melhor será fazer o tratamento durante dez dias, seguido de interrupções de uma semana, e depois, novamente, mais dez dias e assim sucessivamente. Uma outra solução consiste em fazer uma cura de quinze dias por mês.
O ALOÉS E A HIPERTROFIA DA PRÓSTATA
O aloés parece desempenhar um papel ao nível hormonal. O Professor Robert Davis teve oportunidade de o testar em ratos imaturos que receberam injecções de proprionato de testosterona ( a testosterona é a hormona masculina). Através de medidas adaptadas, constatou que o aloés aumentava significativamente a actividade andrógina da testosterona. Poder-se-á pensar que a planta consegue restabelecer um equilíbrio hormonal, sendo mais eficaz nos casos de hipertrofia da próstata do que nas hormonas receitadas pelo médico.
O aloés parece desempenhar um papel ao nível hormonal. O Professor Robert Davis teve oportunidade de o testar em ratos imaturos que receberam injecções de proprionato de testosterona ( a testosterona é a hormona masculina). Através de medidas adaptadas, constatou que o aloés aumentava significativamente a actividade andrógina da testosterona. Poder-se-á pensar que a planta consegue restabelecer um equilíbrio hormonal, sendo mais eficaz nos casos de hipertrofia da próstata do que nas hormonas receitadas pelo médico.
CONSELHOS GERAIS
Evite a retenção, não resistindo nunca a uma necessidade de urinar. Para não se encontrar desprevenido, urine sistemáticamente de duas em duas ou de três em três horas. Proceda de igual modo antes de se despir, à noite e depois novamente no momento de ir para a cama, aumentando esta segunda micção por meio de pressões no baixo ventre. Inclua bastantes fibras na sua alimentação, de modo a impedir qualquer obstipação.
Evite a retenção, não resistindo nunca a uma necessidade de urinar. Para não se encontrar desprevenido, urine sistemáticamente de duas em duas ou de três em três horas. Proceda de igual modo antes de se despir, à noite e depois novamente no momento de ir para a cama, aumentando esta segunda micção por meio de pressões no baixo ventre. Inclua bastantes fibras na sua alimentação, de modo a impedir qualquer obstipação.
HIPERTROFIA DA PRÓSTATA
Caracterizada por um aumento de volume desta glândula anexa do aparelho genital masculino, a hipertrofia da próstata pertence à categoria dos tumores benignos. Trata-se de um adenofibroma, cuja presença provoca, infelizmente inúmeros inconvenientes. Porque, para além desta mudança de proporções, a glande sofre também uma deformação. A hipertrofia produz-se para trás e para cima, provocando um inchaço da zona baixa da bexiga e uma saliência para o recto, que fica então comprimido. Pode-se imaginar o carácter invalidante desta situação. A eliminação da urina processa-se com dificuldade e provoca dores, apesar da vontade frequente se saldar em emissões de uma lentidão exasperante. Protelar a satisfação das suas necessidades torna-se então insuportável, podendo levar a uma retenção, com o risco de poder, posteriormente, levar à incontinência por transbordamento e distenção da bexiga. Além disso, qualquer episódio de obstipação provoca dores. Devido a um desequilíbrio hormonal, esta penosa afecção vai progredindo. Os tratamentos hormonais permitem melhorar o estado de saúde geral, embora pareçam ser inoperantes sobre o adenoma, pelo que, na maior parte dos casos, os médicos só podem propor como solução a operação.
Caracterizada por um aumento de volume desta glândula anexa do aparelho genital masculino, a hipertrofia da próstata pertence à categoria dos tumores benignos. Trata-se de um adenofibroma, cuja presença provoca, infelizmente inúmeros inconvenientes. Porque, para além desta mudança de proporções, a glande sofre também uma deformação. A hipertrofia produz-se para trás e para cima, provocando um inchaço da zona baixa da bexiga e uma saliência para o recto, que fica então comprimido. Pode-se imaginar o carácter invalidante desta situação. A eliminação da urina processa-se com dificuldade e provoca dores, apesar da vontade frequente se saldar em emissões de uma lentidão exasperante. Protelar a satisfação das suas necessidades torna-se então insuportável, podendo levar a uma retenção, com o risco de poder, posteriormente, levar à incontinência por transbordamento e distenção da bexiga. Além disso, qualquer episódio de obstipação provoca dores. Devido a um desequilíbrio hormonal, esta penosa afecção vai progredindo. Os tratamentos hormonais permitem melhorar o estado de saúde geral, embora pareçam ser inoperantes sobre o adenoma, pelo que, na maior parte dos casos, os médicos só podem propor como solução a operação.
APLICAÇÃO
O Aloés precisa de algum tempo antes de começar a actuar sobre a tensão. Se tiver a tensão elevada e o médico lhe tiver receitado hipotensores, continue a tomá-los, enquanto inicia o tratamento com aloés. Se não exceder os 14/9, tome directamente aloés. Na sua obra ALOE SABILA, MANUAL PRACTICO E CLINICO Pedro Crea aconselha a tomar uma colher de sopa de gel comercial, 3 vezes ao dia, antes das refeições, durante uma semana. Descansar uma semana e recomeçar. Alternar assim durante, pelo menos 2 meses. No caso de a sua tensão baixar ao fim do primeiro mês, reduza progressivamente os hipotensores. Passados os dois meses, controle regularmente a tensão e, se voltar a subir, siga imediatamente uma cura de um mês de Aloés, seguindo a mesma fórmula.
O Aloés precisa de algum tempo antes de começar a actuar sobre a tensão. Se tiver a tensão elevada e o médico lhe tiver receitado hipotensores, continue a tomá-los, enquanto inicia o tratamento com aloés. Se não exceder os 14/9, tome directamente aloés. Na sua obra ALOE SABILA, MANUAL PRACTICO E CLINICO Pedro Crea aconselha a tomar uma colher de sopa de gel comercial, 3 vezes ao dia, antes das refeições, durante uma semana. Descansar uma semana e recomeçar. Alternar assim durante, pelo menos 2 meses. No caso de a sua tensão baixar ao fim do primeiro mês, reduza progressivamente os hipotensores. Passados os dois meses, controle regularmente a tensão e, se voltar a subir, siga imediatamente uma cura de um mês de Aloés, seguindo a mesma fórmula.
O ALOÉS E A HIPERTENSÃO
Bill Coats, um farmacêutico que estudou profundamente o Aloés, conta que, antes de conhecer a planta, utilizava medicamentos para fazer baixar a tensão, mas estes lhe causavam muita sonolência. Foi-lhe então aconselhado experimentar o aloés. Começou por tomar apenas 25 grs. por dia, o que não fazia baixar a tensão nem um bocadinho. Então decidiu aumentar a dose até 150 grs. e, em pouco tempo, os valores desceram radicalmente. Durante 10 anos, a sua tensão mantinha-se nos 12/8, salvo quando deixava de tomar aloés, subindo então para 15/10.
Bill Coats, um farmacêutico que estudou profundamente o Aloés, conta que, antes de conhecer a planta, utilizava medicamentos para fazer baixar a tensão, mas estes lhe causavam muita sonolência. Foi-lhe então aconselhado experimentar o aloés. Começou por tomar apenas 25 grs. por dia, o que não fazia baixar a tensão nem um bocadinho. Então decidiu aumentar a dose até 150 grs. e, em pouco tempo, os valores desceram radicalmente. Durante 10 anos, a sua tensão mantinha-se nos 12/8, salvo quando deixava de tomar aloés, subindo então para 15/10.
CONSELHOS GERAIS
Passam, em primeiro lugar pela higiene da vida, a três níveis.
DIETÉTICO: tal como para o excesso de colesterol, deve reduzir as gorduras animais, mas contudo, incluir mais vezes peixes gordos na sua dieta. Os Ómega 3 neles contidos possuem virtudes hipotensivas, que poderão ser ainda encontradas nas especiarias e em certos alimentos (alho, uvas, azeitonas, arroz e centeio). Suprima ou reduza o tabaco, o álcool, o café, a Cola com cafeína.
EXERCÍCIO: pratique regularmente uma actividade física que não exija esforços excessivos. Caminhar 20 minutos por dia, respirando convenientemente, contitui já uma actividade muito benéfica.
RELAXAMENTO: evite tanto quanto possível o ruído e o stress. Sempre que puder, abrande a actividade. Alguns minutos de relaxamento, de tempos a tempos, com as mãos à frente dos olhos e imaginando um écran em branco, oferecem um apreciável repouso.
A questão do sal. Noutro tempo absolutamente interdito aos hipertensos, ele é actualmente autorizado. Chegou-se à conclusão que a sua privação não fazia forçosamente baixar a tensão. Apesar de tudo, reduza-o um pouco. E se gosta dos alimentos bem temperados, compense com as especiarias.
Passam, em primeiro lugar pela higiene da vida, a três níveis.
DIETÉTICO: tal como para o excesso de colesterol, deve reduzir as gorduras animais, mas contudo, incluir mais vezes peixes gordos na sua dieta. Os Ómega 3 neles contidos possuem virtudes hipotensivas, que poderão ser ainda encontradas nas especiarias e em certos alimentos (alho, uvas, azeitonas, arroz e centeio). Suprima ou reduza o tabaco, o álcool, o café, a Cola com cafeína.
EXERCÍCIO: pratique regularmente uma actividade física que não exija esforços excessivos. Caminhar 20 minutos por dia, respirando convenientemente, contitui já uma actividade muito benéfica.
RELAXAMENTO: evite tanto quanto possível o ruído e o stress. Sempre que puder, abrande a actividade. Alguns minutos de relaxamento, de tempos a tempos, com as mãos à frente dos olhos e imaginando um écran em branco, oferecem um apreciável repouso.
A questão do sal. Noutro tempo absolutamente interdito aos hipertensos, ele é actualmente autorizado. Chegou-se à conclusão que a sua privação não fazia forçosamente baixar a tensão. Apesar de tudo, reduza-o um pouco. E se gosta dos alimentos bem temperados, compense com as especiarias.
HIPERTENSÃO ARTERIAL
Todos nós conhecemos este pequeno temor, quando o médico nos coloca o aparelho de medição no braço. E se a minha tensão está demasiado elevada?
Em primeiro lugar, saiba que só se pode falar em hipertensão a partir de 14/9. Se os ponteiros pararem aos 13/8.5, não terá mais do que uma tensão "normal elevada". A tensão arterial corresponde à pressão exercida pelo sangue sobre a parede das artérias. O valor mais elevado diz respeito ao momento em que o coração expulsa o sangue para os orgãos (denominado sístole), enquanto que o valor mais baixo se refere ao momento em que o coração se relaxa (designado diástole).
Em 90% dos casos, a hipertensão é de causa desconhecida. Suspeita-se de uma origem genética, mas outros factores podem igualmente intervir: excesso de peso, alcoolismo, tabagismo, diabetes, sedentariedade. Uma hipertensão passageira pode surgir, particularmente no caso de pessoas nervosas, por ocasião de uma situação de stress ou de uma emoção desasiado forte. Para reduzir o impacto do stress, a maior parte dos médicos efectuam uma nova medição quando o doente parece estar um pouco mais calmo. Se os valores se mantiverem, o excesso de tensão arterial pode provocar complicações cardíacas, cerebrais ou renais. por isso se deve medir regularmente, tanto mais que se trata de uma doença que, na maior parte dos casos, evolui sem fazer muito alarido, sendo mesmo conhecida como a "doença silenciosa".
Todos nós conhecemos este pequeno temor, quando o médico nos coloca o aparelho de medição no braço. E se a minha tensão está demasiado elevada?
Em primeiro lugar, saiba que só se pode falar em hipertensão a partir de 14/9. Se os ponteiros pararem aos 13/8.5, não terá mais do que uma tensão "normal elevada". A tensão arterial corresponde à pressão exercida pelo sangue sobre a parede das artérias. O valor mais elevado diz respeito ao momento em que o coração expulsa o sangue para os orgãos (denominado sístole), enquanto que o valor mais baixo se refere ao momento em que o coração se relaxa (designado diástole).
Em 90% dos casos, a hipertensão é de causa desconhecida. Suspeita-se de uma origem genética, mas outros factores podem igualmente intervir: excesso de peso, alcoolismo, tabagismo, diabetes, sedentariedade. Uma hipertensão passageira pode surgir, particularmente no caso de pessoas nervosas, por ocasião de uma situação de stress ou de uma emoção desasiado forte. Para reduzir o impacto do stress, a maior parte dos médicos efectuam uma nova medição quando o doente parece estar um pouco mais calmo. Se os valores se mantiverem, o excesso de tensão arterial pode provocar complicações cardíacas, cerebrais ou renais. por isso se deve medir regularmente, tanto mais que se trata de uma doença que, na maior parte dos casos, evolui sem fazer muito alarido, sendo mesmo conhecida como a "doença silenciosa".
quinta-feira, 11 de janeiro de 2007
APLICAÇÃO
Logo aos primeiros sintomas, gargareje com sumo ou gel de aloés. Pode também acrescentar-lhe uma colher de café de mel ou de limão. Faça pelo menos, três sessões de gargarejos por dia, deixando o sumo ou gel em contacto com a garganta, durante dois minutos. Esta poção será ainda mais calmante para a dor, se for guardada no frigorífico e aplicada logo de seguida. Ingira em seguida, depois do gargarejo, por forma a que o aloés continue a actuar a nível interno. Se preferir deitá-lo fora, beba, ainda assim, uma colher de sopa de gel, três vezes por dia, para reforçar o seu sistema imunitário e melhorar o estado de saúde em geral.
Logo aos primeiros sintomas, gargareje com sumo ou gel de aloés. Pode também acrescentar-lhe uma colher de café de mel ou de limão. Faça pelo menos, três sessões de gargarejos por dia, deixando o sumo ou gel em contacto com a garganta, durante dois minutos. Esta poção será ainda mais calmante para a dor, se for guardada no frigorífico e aplicada logo de seguida. Ingira em seguida, depois do gargarejo, por forma a que o aloés continue a actuar a nível interno. Se preferir deitá-lo fora, beba, ainda assim, uma colher de sopa de gel, três vezes por dia, para reforçar o seu sistema imunitário e melhorar o estado de saúde em geral.
O ALOÉS E AS DORES DE GARGANTA
O aloés é capaz de destruir uma grande quantidade dos germes. As saponinas que o aloés contém, possuem uma acção anti-séptica que permite travar a proliferação bacteriana. Estudos realizados in vitro vieram igualmente demonstrar que o aloés consegue aniquilar um certo número de micróbios. Segundo o Dr. Yvan Danhof, especialista do aloés, os seus polissacarídeos têm um efeito anti-bacteriano e anti-viral directo, o que os coloca em primeiro plano para substituir os antibióticos. E como não faz as coisas por metade, o aloés, graças aos seus compostos analgésicos e anti-inflamatórios, ataca igualmente a dor e a inflamação. Ou seja, proporciona um alívio rápido, activando o processo da cura. E, o que é mais engraçado, é que nos permite fazer gargarejos para, em seguida, o engolir, o que é manisfestamente impossível com outros produtos para gargarejar vendidos nas farmácias.
O aloés é capaz de destruir uma grande quantidade dos germes. As saponinas que o aloés contém, possuem uma acção anti-séptica que permite travar a proliferação bacteriana. Estudos realizados in vitro vieram igualmente demonstrar que o aloés consegue aniquilar um certo número de micróbios. Segundo o Dr. Yvan Danhof, especialista do aloés, os seus polissacarídeos têm um efeito anti-bacteriano e anti-viral directo, o que os coloca em primeiro plano para substituir os antibióticos. E como não faz as coisas por metade, o aloés, graças aos seus compostos analgésicos e anti-inflamatórios, ataca igualmente a dor e a inflamação. Ou seja, proporciona um alívio rápido, activando o processo da cura. E, o que é mais engraçado, é que nos permite fazer gargarejos para, em seguida, o engolir, o que é manisfestamente impossível com outros produtos para gargarejar vendidos nas farmácias.
CONSELHOS GERAIS
Não deixe arrastar uma dor de garganta. Atalhada logo de princípio, ela é fácilmente eliminada. Porém, não serve de nada atirar-se às caixas de antibióticos que tem na sua farmácia. Se tem lido este fio, saberá que é sempre preferível, tanto quanto possível, evitá-los. De qualquer maneira, são medicamentos que nunca se devem tomar sem indicação do médico. Assim, se a angina se fizer acompanhar de febres ou se as dores de garganta persistirem, sem melhoras visíveis, consulte o seu médico.
Não deixe arrastar uma dor de garganta. Atalhada logo de princípio, ela é fácilmente eliminada. Porém, não serve de nada atirar-se às caixas de antibióticos que tem na sua farmácia. Se tem lido este fio, saberá que é sempre preferível, tanto quanto possível, evitá-los. De qualquer maneira, são medicamentos que nunca se devem tomar sem indicação do médico. Assim, se a angina se fizer acompanhar de febres ou se as dores de garganta persistirem, sem melhoras visíveis, consulte o seu médico.
DORES DE GARGANTA
Sente a garganta a picar, a arranhar e a arder, tem dificuldade em engolir e come com um esgar de dor, ou então tem a voz enrouquecida ou quase não se ouve?
Não restam dúvidas que os micróbios atacaram o seu aparelho respiratório e a mucosa está inflamada. Faringite, laringite, angina, três infecções com causas semelhantes e cujos sintomas são práticamente idênticos. A primeira é uma inflamação da faringe (constituída pelo fundo da garganta) estando muitas vezes associada a uma constipação. A segunda, situa-se um pouco mais abaixo (a maçã de Adão) e é responsável pela rouquidão. Quanto à angina, trata-se uma infecção ao nível das amígdalas e faz-se, por vezes, acompanhar de temperaturas elevadas e de gânglios, traduzindo-se em rouquidão.
Em qualquer dos três casos, a deglutição torna-se dolorosa. Sendo, na maioria dos casos, benignas, estas afecções não devem, no entanto, ser encaradas levianamente. A angina, nomeadamente, pode ser o primeiro sinal de um reumatismo articular agudo, ou doença de Bouillaud, grave infecção que se observa essencialmente nos indivíduos jovens e que atinge o coração.
Se as dores de garganta surgem, na maioria das vezes, quando faz frio, é porque o vírus e as bactérias são mais numerosos durante o Inverno. Mas, nesta estação do ano, o mecanismo que contitui uma defesa natural contra as afecções respiratórias encontra-se igualmente perturbado pelas condições climáticas. Os germes têm assim a possibilidade de se multiplicar.
Sente a garganta a picar, a arranhar e a arder, tem dificuldade em engolir e come com um esgar de dor, ou então tem a voz enrouquecida ou quase não se ouve?
Não restam dúvidas que os micróbios atacaram o seu aparelho respiratório e a mucosa está inflamada. Faringite, laringite, angina, três infecções com causas semelhantes e cujos sintomas são práticamente idênticos. A primeira é uma inflamação da faringe (constituída pelo fundo da garganta) estando muitas vezes associada a uma constipação. A segunda, situa-se um pouco mais abaixo (a maçã de Adão) e é responsável pela rouquidão. Quanto à angina, trata-se uma infecção ao nível das amígdalas e faz-se, por vezes, acompanhar de temperaturas elevadas e de gânglios, traduzindo-se em rouquidão.
Em qualquer dos três casos, a deglutição torna-se dolorosa. Sendo, na maioria dos casos, benignas, estas afecções não devem, no entanto, ser encaradas levianamente. A angina, nomeadamente, pode ser o primeiro sinal de um reumatismo articular agudo, ou doença de Bouillaud, grave infecção que se observa essencialmente nos indivíduos jovens e que atinge o coração.
Se as dores de garganta surgem, na maioria das vezes, quando faz frio, é porque o vírus e as bactérias são mais numerosos durante o Inverno. Mas, nesta estação do ano, o mecanismo que contitui uma defesa natural contra as afecções respiratórias encontra-se igualmente perturbado pelas condições climáticas. Os germes têm assim a possibilidade de se multiplicar.
O GEL A ADQUIRIR
As marcas vendidas em Portugal, onde a concorrência não é frenética, parecem apresentar todas as garantias de seriedade. Poderá dar-se conta disso ao utilizá-las. O que deve, no entanto é verificar:
Que a palavra aloés conta em primeiro lugar na lista de ingredientes. A sua taxa deverá ser, pelo menos, 90%, havendo também com 97% a 99%.
Que a cor é ligeiramente esverdeada ou amarelada, o que indica que é mais completo que o branco translúcido.
Que não contenha demasiada aloína ou aloe-emodina, as substâncias amargas e irritantes da seiva, as quais lhe dão uma cor acastanhada.
Que possua o Certificado de agricultura biológica, emitido pelo Ministério da Agricultura do País de fabrico e, eventualmente, um sêlo ou garantia suplementar aprovada pelo IASC ( Conselho Científico Internacional do Aloe Vera)
Que o produto não tenha sido submetido a qualquer processo de pasteurização, mas sim estabilizado a frio.
As marcas vendidas em Portugal, onde a concorrência não é frenética, parecem apresentar todas as garantias de seriedade. Poderá dar-se conta disso ao utilizá-las. O que deve, no entanto é verificar:
Que a palavra aloés conta em primeiro lugar na lista de ingredientes. A sua taxa deverá ser, pelo menos, 90%, havendo também com 97% a 99%.
Que a cor é ligeiramente esverdeada ou amarelada, o que indica que é mais completo que o branco translúcido.
Que não contenha demasiada aloína ou aloe-emodina, as substâncias amargas e irritantes da seiva, as quais lhe dão uma cor acastanhada.
Que possua o Certificado de agricultura biológica, emitido pelo Ministério da Agricultura do País de fabrico e, eventualmente, um sêlo ou garantia suplementar aprovada pelo IASC ( Conselho Científico Internacional do Aloe Vera)
Que o produto não tenha sido submetido a qualquer processo de pasteurização, mas sim estabilizado a frio.
APLICAÇÃO
Faça uma cura do Padre Romano Zago durante uma semana. Esta cura assemelha-se bastante à receita cubana, com a pequena diferença do mel, que aqui substitui o açúcar de cana, favorecendo a penetração do aloés nas células e aumentando, portanto, a sua capacidade para estimular o sistema imunitário.
Além disso, o Aloés possui, em si mesmo, efeitos benéficos contra a constipação. Se encontrar no mercado gotas de Aloés, siga o método do médico russo. Mas também pode simplesmente adquirir o Gel do Aloés. Guarde-o num frasco com conta-gotas e proceda da mesma maneira. O descongestionamento das narinas obtêm-se também, fazendo inalações. Numa taça grande com água a ferver,deite duas colheres de gel, ou sumo, ou introduza folhas de Aloés, cortadas em pedaços (caso tenha a planta da espécie Aloé Vera Barbadensis Miller). Pode acrescentar óleo de eucalipto e de alecrim. Cubra a cabeça com um pano e aponte o nariz na direcção da taça - mas sem aproximar demasiado, não vá queimar-se. Respire profundamente pelo nariz e pela boca, mantendo-se assim até deixar de haver vapor. Três ou quatro inalações por dia deverão proporcionar alívio.
Quer utilize as gotas ou as inalações - ou mesmo as duas - deverá efectuar o tratamento antes de se deitar, para que possa ter o nariz desentupido durante a noite.
Faça uma cura do Padre Romano Zago durante uma semana. Esta cura assemelha-se bastante à receita cubana, com a pequena diferença do mel, que aqui substitui o açúcar de cana, favorecendo a penetração do aloés nas células e aumentando, portanto, a sua capacidade para estimular o sistema imunitário.
Além disso, o Aloés possui, em si mesmo, efeitos benéficos contra a constipação. Se encontrar no mercado gotas de Aloés, siga o método do médico russo. Mas também pode simplesmente adquirir o Gel do Aloés. Guarde-o num frasco com conta-gotas e proceda da mesma maneira. O descongestionamento das narinas obtêm-se também, fazendo inalações. Numa taça grande com água a ferver,deite duas colheres de gel, ou sumo, ou introduza folhas de Aloés, cortadas em pedaços (caso tenha a planta da espécie Aloé Vera Barbadensis Miller). Pode acrescentar óleo de eucalipto e de alecrim. Cubra a cabeça com um pano e aponte o nariz na direcção da taça - mas sem aproximar demasiado, não vá queimar-se. Respire profundamente pelo nariz e pela boca, mantendo-se assim até deixar de haver vapor. Três ou quatro inalações por dia deverão proporcionar alívio.
Quer utilize as gotas ou as inalações - ou mesmo as duas - deverá efectuar o tratamento antes de se deitar, para que possa ter o nariz desentupido durante a noite.
O ALOÉS E AS CONSTIPAÇÕES
Como acontece com qualquer doença onde as defesas do nosso organismo têm um papel a desempenhar, o Aloés permite optimizar este papel e prevenir os agravamentos. Se já for demasiado tarde, e a sinusite ou um problema respiratório já se tiver instalado, o Aloés ajudará a combatê-los. Não tendo quaiquer conhecimentos acerca dos seus efeitos imuno-estimulantes, os cubanos preparavam, desde há muito, um remédio à base de rum, polpa de Aloés e açúcar de cana, que dava extraordinários resultados. Mas também pode intervir a nível local e aliviar os sintomas. Em Moscovo, o Dr. Pokrovskaya, um otorrinolaringologista, realizou uma experiência em 25 doentes que sofriam de rinite aguda (a rinite não é mais do que uma inflamação da mucosa das fossas nasais). Ele preparou uma solução, a partir do gel do Aloés, extraído da folha seca. Duas ou três vezes por dia, instilou 5 a 6 gotas em cada narina dos seus doentes constipados. Após as intilações, estes não podiam assoar-se durante 10 a 15 minutos. Ao fim de 24 horas, a maior parte dos doentes deixou de apresentar quaisquer sintomas. Alguns casos isolados resistiram um pouco mais tempo... muito pouco, aliás, porque os seus sintomas, acabariam por desaparecer em 48 horas, o que é uma observação bem interessante, se é daquelas pessoas que não suportam sentir o nariz entupido.
Como acontece com qualquer doença onde as defesas do nosso organismo têm um papel a desempenhar, o Aloés permite optimizar este papel e prevenir os agravamentos. Se já for demasiado tarde, e a sinusite ou um problema respiratório já se tiver instalado, o Aloés ajudará a combatê-los. Não tendo quaiquer conhecimentos acerca dos seus efeitos imuno-estimulantes, os cubanos preparavam, desde há muito, um remédio à base de rum, polpa de Aloés e açúcar de cana, que dava extraordinários resultados. Mas também pode intervir a nível local e aliviar os sintomas. Em Moscovo, o Dr. Pokrovskaya, um otorrinolaringologista, realizou uma experiência em 25 doentes que sofriam de rinite aguda (a rinite não é mais do que uma inflamação da mucosa das fossas nasais). Ele preparou uma solução, a partir do gel do Aloés, extraído da folha seca. Duas ou três vezes por dia, instilou 5 a 6 gotas em cada narina dos seus doentes constipados. Após as intilações, estes não podiam assoar-se durante 10 a 15 minutos. Ao fim de 24 horas, a maior parte dos doentes deixou de apresentar quaisquer sintomas. Alguns casos isolados resistiram um pouco mais tempo... muito pouco, aliás, porque os seus sintomas, acabariam por desaparecer em 48 horas, o que é uma observação bem interessante, se é daquelas pessoas que não suportam sentir o nariz entupido.
CONSELHOS GERAIS
Para evitar a infecção, utilize apenas lenços de papel, que deve deitar imediatamente fora, após a utilização. Não tome antibióticos, porque estes não têm qualquer eficácia contra o vírus. Talvez conheça a famosa fórmula " uma constipação tratada cura-se numa semana, uma constipação não tratada, cura-se em 7 dias. Portanto, paciência! Encontram-se, por vezes no mercado, medicamentos destinados a reduzir os sintomas, nomeadamente a congestão nasal, os espirros e as dores de cabeça. São compostos de anti- histamínicos ( que, como o seu nome indica, anulam a histamina, responsável pelos efeitos perniciosos da constipação), de aspirina ou de paracetamol, analgésicos e antipiréticos ( que fazem baixar a febre, se existir ). Há dificuldade em suportar medicamentos que atordoam e deixam a boca seca. Eles permitem aliviar por uns momentos, mas parecem prolongar a duração do estado gripal. Opte antes, por tudo aquilo que possa reforçar as suas defesas imunitárias, nomeadamente a vitamina C e o Aloés. Uma vez que não existe nenhum medicamento verdadeiramente capaz de curar a constipação, é preferível confiar mais no seu organismo e levá-lo a preservar-se de complicações.
Para evitar a infecção, utilize apenas lenços de papel, que deve deitar imediatamente fora, após a utilização. Não tome antibióticos, porque estes não têm qualquer eficácia contra o vírus. Talvez conheça a famosa fórmula " uma constipação tratada cura-se numa semana, uma constipação não tratada, cura-se em 7 dias. Portanto, paciência! Encontram-se, por vezes no mercado, medicamentos destinados a reduzir os sintomas, nomeadamente a congestão nasal, os espirros e as dores de cabeça. São compostos de anti- histamínicos ( que, como o seu nome indica, anulam a histamina, responsável pelos efeitos perniciosos da constipação), de aspirina ou de paracetamol, analgésicos e antipiréticos ( que fazem baixar a febre, se existir ). Há dificuldade em suportar medicamentos que atordoam e deixam a boca seca. Eles permitem aliviar por uns momentos, mas parecem prolongar a duração do estado gripal. Opte antes, por tudo aquilo que possa reforçar as suas defesas imunitárias, nomeadamente a vitamina C e o Aloés. Uma vez que não existe nenhum medicamento verdadeiramente capaz de curar a constipação, é preferível confiar mais no seu organismo e levá-lo a preservar-se de complicações.
CONSTIPAÇÕES
Atchiiim. atchiim. Espirros em série, caixa de lenços de papel ao alcance da mão, cabeça pesada, cérebro enevoado, mais uma vez, não conseguiu escapar. Embora não seja uma doença grave, a constipação ( ou estado gripal, a não confundir com gripe) é, no entanto, verdadeiramente incómoda. Quase inevitável, ela propaga-se fácilmente. Basta um espirro junto de nós e eis que surge a contaminação. Por intermédio de gotículas projectadas no ar, o vírus responsável penetra nas células da mucosa do nariz e da boca... onde se multiplica alegremente. Substâncias químicas são libertadas e provocam toda a espécie de reacções desagradáveis. As narinas tornam-se sede de uma inflamação que provoca um edema, causa da obstrução nasal. A este quadro clássico junta-se, por vezes, uma inflamação da faringe e dos brônquios. Vendo-se assim incapaz de desempenhar a sua função de triagem das partículas contidas na atmosfera, o nariz deixa passar os micróbios e as bactérias. A constipação degenera em faringite ou em bronquite. Pode ainda complicar-se numa sinusite, isto é, uma inflamação dos seios nasais. Conforme a sua localização, ela provoca dores vivas por debaixo das órbitras ou acima do nariz, irradiando para a arcada supraciliar.
Atchiiim. atchiim. Espirros em série, caixa de lenços de papel ao alcance da mão, cabeça pesada, cérebro enevoado, mais uma vez, não conseguiu escapar. Embora não seja uma doença grave, a constipação ( ou estado gripal, a não confundir com gripe) é, no entanto, verdadeiramente incómoda. Quase inevitável, ela propaga-se fácilmente. Basta um espirro junto de nós e eis que surge a contaminação. Por intermédio de gotículas projectadas no ar, o vírus responsável penetra nas células da mucosa do nariz e da boca... onde se multiplica alegremente. Substâncias químicas são libertadas e provocam toda a espécie de reacções desagradáveis. As narinas tornam-se sede de uma inflamação que provoca um edema, causa da obstrução nasal. A este quadro clássico junta-se, por vezes, uma inflamação da faringe e dos brônquios. Vendo-se assim incapaz de desempenhar a sua função de triagem das partículas contidas na atmosfera, o nariz deixa passar os micróbios e as bactérias. A constipação degenera em faringite ou em bronquite. Pode ainda complicar-se numa sinusite, isto é, uma inflamação dos seios nasais. Conforme a sua localização, ela provoca dores vivas por debaixo das órbitras ou acima do nariz, irradiando para a arcada supraciliar.
ALOE VERA LIFE ESSENCE
APLICAÇÃO NOS QUADROS CLÍNICOS
- Reduz o colesterol
- Reduz os índices de diabetes
- Hemorróidas
- Elimina toxinas
- Estimula o sistema imunitário
- Suplemento alimentar
- Impotência
- Artrites e artroses
- Inflamações agudas das articulações
- Úlceras, gastrites, obstipação e doenças intestinais inflamatórias
- Problemas digestivos
- Asma, alergias, bronquites, tosse, gripes, sinusites e constipações
- Regula o ritmo cardíaco
- Regula a tensão arterial e a oxigenação dos vasos do coração
- Cataratas, conjuntivites e problemas de visão
- Afecções do couro cabeludo
- Regula a produção sebácea
É recomendável tomar 3 vezes ao dia, 30 ml. 30 minutos antes de cada refeição
APLICAÇÃO NOS QUADROS CLÍNICOS
- Reduz o colesterol
- Reduz os índices de diabetes
- Hemorróidas
- Elimina toxinas
- Estimula o sistema imunitário
- Suplemento alimentar
- Impotência
- Artrites e artroses
- Inflamações agudas das articulações
- Úlceras, gastrites, obstipação e doenças intestinais inflamatórias
- Problemas digestivos
- Asma, alergias, bronquites, tosse, gripes, sinusites e constipações
- Regula o ritmo cardíaco
- Regula a tensão arterial e a oxigenação dos vasos do coração
- Cataratas, conjuntivites e problemas de visão
- Afecções do couro cabeludo
- Regula a produção sebácea
É recomendável tomar 3 vezes ao dia, 30 ml. 30 minutos antes de cada refeição
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